Mural de Amor

De que falamos quando falamos de amor?

Lembro-me bem do dia em que um professor de português nos confrontou com esta pergunta no meio de uma aula de secundário… Naquele tempo todos tínhamos as mais fantásticas teorias sobre este motor do mundo que pensávamos conhecer tão bem, mas que afinal ainda mal nos tinha tocado!

Todos nascemos de um momento de amor e todos carregávamos o nosso amor familiar no peito, mas naquele dia o professor falava-nos de outro amor, daquele que nos obriga a falar a língua dos poetas:

«Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.»

Ficámos confusos e curiosos… mas o professor garantiu que iríamos perceber o que é «queres estar preso por vontade» e que toda a nossa sede de liberdade se vergaria ao conforto de ser de alguém para lhe poder dizer todos os dias:

«E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda gente!»

Hoje quero então lançar o desafio, vamos juntos construir um mural de amor! Conte-nos o que é o amor… Num poema, numa carta, numa música, numa imagem!

No Dia dos Namorados, aqui estará o palco dos nossos amores… Com sentido e para o Mundo.

Isto tudo parece-me…

Muito Bom

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